Livro āFloripa Inteligenteā fala sobre transformação das cidades e qualidade de vida
- 18 de jun. de 2024
- 2 min de leitura
Atualizado: 11 de jul. de 2024

Foi lanƧado, dia 15 de maio, no Top Market, o livro āFloripa Inteligenteā, que nasceu de uma inquietação sobre o futuro das cidades diante de desafios gigantescos para garantir desenvolvimento sustentĆ”vel e qualidade de vida aos seus moradores.
A obra, que Ć© resultado da dissertação de mestrado defendida por Rafael de Lima na Unisul em 2021, faz um resgate sobre o surgimento do conceito de smart cities, apresenta os conceitos de quem vem estudando sobre o tema, compara modelos adotados em outros paĆses e, por fim, cria uma proposta para tornar Florianópolis mais āinteligenteā. Ć um modelo com sete categorias, 20 indicadores e 74 subindicadores.
Com base na anĆ”lise das teorias acadĆŖmicas e de 11 experiĆŖncias internacionais, entre elas de Barcelona, na Espanha, o livro trata sobre os principais desafios que envolvem o processo de transformação das cidades. āAs pessoas estĆ£o no centro das cidades inteligentesā, afirma Rafael, que destaca a importĆ¢ncia de uma radiografia sobre as demandas de cada ecossistema, o uso da tecnologia e a uniĆ£o de governos, sociedade organizada e população nessa jornada.
De acordo com o coordenador do Programa de Pós-Graduação da Unisul, professor Baltazar Andrade Guerra, āo trabalho oferece insights valiosos para a estruturação de indicadores no desenvolvimento de um plano para cidades inteligentes, contribuindo significativamente para o diĆ”logo global sobre urbanização sustentĆ”vel e inovação tecnológicaā. Na mesma linha, o professor Leonardo Secchi, que participou da banca do mestrado, considera que o livro ātraz uma contribuição muito importante na consolidação de um planejamento integrado para que Florianópolis se transforme numa cidade inteligenteā.
āPosso dizer com tranquilidade que Florianópolis estĆ” no caminho certo: percebeu logo que precisava de soluƧƵes inovadoras, buscou dados confiĆ”veis para a construção de polĆticas pĆŗblicas, priorizou a desburocratização para estimular empreendimentos privados e mudou a legislação que normatiza o planejamento urbano, entre outras iniciativasā, aponta Rafael.

